quarta-feira, 30 de maio de 2012

Como não exibir o wallpaper padrão, antes do personalizado, na tela de login - Ubuntu 12.04


Como não exibir o wallpaper padrão, antes do personalizado, na tela de login - Ubuntu 12.04

Mesmo quando o usuário altera o papel de parede da Área de trabalho, o LightDM - gerenciador de login - do Ubuntu 12.04 mostra, por alguns instantes, o wallpaper padrão (aquele roxo e laranja) antes de carregar o plano de fundo personalizado.

Este comportamento foi relatado como bug, mas parece que é desejado pelos desenvolvedores.

Se você deseja alterar o comportamento padrão da tela de login e ter, no LightDM, um único wallpaper (o mesmo do desktop), prossiga...

Execute, no Terminal, os seguintes comandos (um de cada vez):
sudo su

xhost +SI:localuser:lightdm

sudo su lightdm -s /bin/bash

Supondo que você tenha definido como papel de parede oPrecise_Pangolin_by_Vlad_Gerasimov.jpg (o do mascote), que se encontra na pasta /usr/share/backgrounds/, execute (exemplo!):
gsettings set com.canonical.unity-greeter background '/usr/share/backgrounds/Precise_Pangolin_by_Vlad_Gerasimov.jpg'

exit

exit

Reinicie a sessão.

O mesmo procedimento deve ser feito para cada alteração de wallpaper.

Para restaurar o padrão:
sudo su

xhost +SI:localuser:lightdm

sudo su lightdm -s /bin/bash

gsettings reset com.canonical.unity-greeter background

exit

exit

Referência: http://ubuntuforums.org/archive/index.php/t-1950676.html

Trocando o laranja pelo o azul no Ubuntu


 O Ubuntu vem com o tema laranja padrão, mas existe uma forma de fazê-lo ficar com um tema azulado, que pode ser interessante para quem não curte o laranja.
Para isso abra o terminal e digite: sudo apt-get install blubuntu-look

Aí, você muda o tema em Preferências > Temas. Mude as bordas e os ícones.


Mais detalhes, como ícones, wallpaper, tela splash e etc.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Mandriva


Mandriva Linux é uma das maiores distribuições Linux da atualidade. Nasceu da fusão entre o antigo Mandrake Linux e a brasileira Conectiva.
A Empresa Francesa Mandriva dedica-se à distribuição e suporte do Sistema Operacional Mandriva Linux, tem sua sede administrativa em Paris e um centro de desenvolvimento em Curitiba no Brasil; o laboratório brasileiro recebe o nome de Mandriva Conectiva. A Mandriva também possui um escritório em San Diego, nos Estados Unidos. O Mandriva Linux conta também com um grande número de contribuidores pelo mundo e seu público-alvo engloba usuários iniciantes no mundo Linux assim como usuários mais experientes.
A empresa começou suas atividades em 7 de abril de 2005 ao juntar os ativos da empresa francesa Mandrake e a brasileira Conectiva SA. No mesmo ano, a Mandriva adquiriu também os ativos da Lycoris, responsável por outra distribuição Linux homônima, nos Estados Unidos, para usuários domésticos.
É distribuída através da licença GNU GPL e é possível baixar em imagens ISO, funcionando também como Live CD. A primeira versão foi baseada no Red Hat Linux, versão 5.1, e utiliza a interface gráfica KDE.
As principais características do Mandriva Linux são:

Internacionalização

O idioma é escolhido no momento da instalação. São 74 idiomas disponíveis, entre eles o português brasileiro e o português europeu.

Problemas

O Linux Mandriva quando pirata (PowerPack pirata) não possibilita a adição de mídias específicas de software proprietário dessa versão, impossibilitando a atualização dos mesmos.

Instalação, controle e administração

O instalador do Mandriva Linux é possivelmente um dos mais amigáveis entre as distribuições Linux da atualidade, nele configurações podem ser realizadas tanto em modo gráfico quanto em modo texto, o Mandriva Linux dispõe de programas para manutenção do sistema chamados de Drakes, entre eles o Drakx11, para configurar a placa de vídeo e outros, o DiskDrake, para configurar as partições de disco rígido o Drakconnect, para configurar conexões de rede e internet, o Drak3d para configurar efeitos 3D na Área de Trabalho e muitos outros.

Software

O Mandriva Linux, que forma parte do grupo LSB (Linux Standard Base), disponibiliza em 2008 as seguintes versões: One; Free; PowerPack;
  • One
- Voltado para o uso desktop, o Mandriva One é um live-cd instalável que foi desenvolvido para diminuir a curva de aprendizado dos usuários que estão migrando do Windows®. Esta versão traz uma interface gráfica atraente, simples, uma prática ferramenta de atualização e instalação de softwares e é disponibilizada em cd. É um sistema totalmente funcional e inclui alguns aplicativos de código fechado, como Java, Flash Player com plugin no Navegador, drivers de vídeo nVidia, ATI, drivers Wifi, codecs de multimídia entre outros. Atributos: instalação rápida, basta clicar no ícone "Instalar" da Área de trabalho; Interface gráfica amigável, configuração e detecção automática de hardware; fácil acesso para drivers e partições com Windows; Firewall interativo e funciona a partir do cd sem precisar instalar no disco rígido.
  • Free
- O Mandriva Free é a versão "pura", conta somente com software livre, graficamente é muito parecido com o One, tem uma interface limpa e intuitiva, está disponível em 1 DVD, a instalação é simples e você escolhe qual interface quer usar, entre KDE, GNOME, XFCE e pode optar por uma instalação personalizada, instalando somente os programas desejados. Se você usar a versão Mandriva Free, adicionar repositorios de programas é indispensável se você quiser coisas como Java, Flash Player, drivers Nvidia, drivers para Wireless, codecs multimidia e programas de código fonte fechado em geral, isso é muito fácil de se fazer no Mandriva Linux, bastando acessar o Centro de Controle e escolher "Configurar mídias fonte para instalação e atualização" na parte de gerenciamento de software. Recomendado para quem quer ter total controle sobre programas de código fonte fechado instalados em seu sistema.
  • PowerPack
- A versão paga traz os codecs multimidia fluenado e tudo que você precisa sem ter que pegar nada da web, é uma versão que engloba as principais funcionalidades das versões Free e One, também tras vários programas extras como o RealPlayer, Cedega, Skype, leitor de PDF Adobe entre outros. (Você pode adquirir uma caixinha customizada direto da frança, que é onde fica a sede oficial da Mandriva ou comprar a versão Download(4.5GB), mais informações sobre como obter essa versão acessehttp://store.mandriva.com).

Além das versões acima, há ainda uma versão para dispositivos USB (Mandriva Flash), e uma versão mini, sem pacotes extras e que funciona nas duas arquiteturas (32 e 64 bits), a versão mini é recomendada para usuários avançados. Os usuários de todas as versões dispõem de milhares de programas nos repositórios oficiais. À diferença para outras distribuições é que o Mandriva Linux não se baseia em um único gerenciador de janelas, a interface padrão do sistema é o KDE, mas as ferramentas de administração estão escritas na linguagem de programação GTK, padrão do ambiente gráfico GNOME e do Xfce, que estão disponíveis para instalação, assim como outros ambientes gráficos como o EnlightenmentFluxbox e Window Maker.
Para a administração dos programas, o Mandriva Linux utiliza o Urpmi, disponível tanto em formato gráfico (rpmdrake) quanto em formato texto. Os pacotes usados para a instalação são do tipo RPM e são automaticamente processados pelo Urpmi, o que facilita a instalação, desinstalação e atualização do sistema, por parte do usuário.
O Mandriva Linux é direcionado tanto para o usuário comum quanto para o usuário avançado que prefere não gastar horas instalado e configurando a máquina, uma vez que os processos de configuração e instalação são automatizados e na maioria dos casos podem ser feitos em interface gráfica. Ao mesmo tempo, é uma distribuição bastante utilizada no meio corporativo, devido à estabilidade, alta capacidade de processamento e grande quantidade de recursos.

Desenvolvimento permanente

O Mandriva Linux está em desenvolvimento constante. Há uma versão de desenvolvimento conhecida como "Cooker". É pública, mas não recomendada para uso cotidiano por ser instável. Junto com esta distribuição, os membros da comunidade lançam os últimos pacotes RPM, sempre em versões bem atuais e que depois de muitos testes se tornarão a próxima versão estável do Mandriva Linux.

Repositórios

Nem todos os programas da distribuição cabem no CD/DVD. Por isso, é recomendado ao usuário adicionar repositórios oficiais, adicionando-os, milhares de programas ficarão ao seu dispor para instalação no Gerenciador de Programas.
Os principais são encontrados em http://easyurpmi.zarb.org

Histórico da Distribuição

Conectiva

  • 1997 - Conectiva Red Hat Linux Parolin 1.0
  • 1998 - Conectiva Red Hat Linux Marumbi 2.0
  • 1998 - Conectiva Linux Guarani 3.0
  • 1999 - Conectiva Linux Servidor (Intel) 1.0
  • 1999 - Conectiva Linux Servidor (Compaq Alpha)
  • 1999 - Conectiva Linux 4.0
  • 1999 - Conectiva Linux 4.2 Servidor
  • 2000 - Conectiva Linux 5.0
  • 2000 - Conectiva Linux 5.1 Servidor
  • 2000 - Conectiva Linux 6.0 Desktop
  • 2000 - Conectiva Linux 6.0 Servidor
  • 2001 - Conectiva Linux 7.0 Desktop
  • 2001 - Conectiva Linux 7.0 Servidor
  • 2002 - Conectiva Linux 8.0 Desktop
  • 2002 - Conectiva Linux 8.0 Servidor
  • 2002 - Conectiva Linux Enterprise Edition (UL)
  • 2003 - Conectiva Linux 9 Professional
  • 2003 - Conectiva Linux 9 Standard
  • 2004 - Conectiva Linux 10 Edição Desktop
  • 2004 - Conectiva Linux 10 Professional

Mandrake

  • 1998 - Mandrake Linux 5.1 Venice
  • 1998 - Mandrake Linux 5.2 Leelo
  • 1999 - Mandrake Linux 5.2 Leeloo
  • 1999 - Mandrake Linux 5.3 Festen
  • 1999 - Mandrake Linux 6.0 Venus
  • 1999 - Mandrake Linux 6.1 Helios
  • 2000 - Mandrake Linux 7.0 Air
  • 2000 - Mandrake Linux 7.1 Helium
  • 2000 - Mandrake Linux 7.2 Odyssey
  • 2001 - Mandrake Linux 8.0 Traktopel
  • 2001 - Mandrake Linux 8.1 Vitamin
  • 2002 - Mandrake Linux 8.2 Bluebird
  • 2002 - Mandrake Linux 9.0 Dolphin
  • 2003 - Mandrake Linux 9.1 Bamboo
  • 2003 - Mandrake Linux 9.2 FiveStar
  • 2004 - Mandrake Linux 10.0 Community and Official
  • 2004 - Mandrake Linux 10.1 Community
  • 2004 - Mandrake Linux 10.1 Official

Mandriva

  • 04/2005 - Mandriva Linux 10.2 Limited Edition 2005
  • 08/2005 - Mandriva Linux 2006
  • 10/2006 - Mandriva Linux 2007
  • 04/2007 - Mandriva Linux 2007 Spring (também conhecida como 2007.1)
  • 10/2007 - Mandriva Linux 2008
  • 04/2008 - Mandriva Linux 2008 Spring (também conhecida como 2008.1)
  • 10/2008 - Mandriva Linux 2009
  • 04/2009 - Mandriva Linux 2009 Spring (também conhecida como 2009.1)
  • 10/2009 - Mandriva Linux 2010
  • 08/2011 - Mandriva Linux 2011

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Download

CD Ubuntu 12.04, versão 32 bits - http://d3qnbzt7ix5jlv.cloudfront.net/ubuntu-12.04-desktop-i386.iso

CD Ubuntu 12.04, versão 64 bits- http://d3qnbzt7ix5jlv.cloudfront.net/b/ubuntu-12.04-desktop-amd64.iso

DVD OpenSuse 12.1, versão 32 bits- http://opensuse.c3sl.ufpr.br/distribution/12.1/iso/openSUSE-12.1-DVD-i586.iso

DVD OpenSuse 12.1, versão 64bits- http://opensuse.c3sl.ufpr.br/distribution/12.1/iso/openSUSE-12.1-DVD-x86_64.iso



CD OpenSuse 12.1, versão 32 bits- http://opensuse.c3sl.ufpr.br/distribution/12.1/iso/openSUSE-12.1-GNOME-LiveCD-i686.iso

CD OpenSuse 12.1, versão 64 bits- http://opensuse.c3sl.ufpr.br/distribution/12.1/iso/openSUSE-12.1-GNOME-LiveCD-x86_64.iso
Demais versões OpenSuse, visite: http://software.opensuse.org/121/pt_BR

Fedora 16, versão 64bits http://fedora.c3sl.ufpr.br/linux/releases/16/Live/x86_64/Fedora-16-x86_64-Live-Desktop.iso

Fedora 16, versão 32bits http://fedora.c3sl.ufpr.br/linux/releases/16/Live/i686/Fedora-16-i686-Live-Desktop.iso

DVD Linux Mint 12, versão 32 bits - http://mint.c3sl.ufpr.br/stable/12/linuxmint-12-gnome-dvd-32bit.iso

DVD Linux Mint 12, versão 64 bits- http://mint.c3sl.ufpr.br/stable/12/linuxmint-12-gnome-dvd-64bit.iso

CD Linux Mint 12, versão 32 bits- http://mint.c3sl.ufpr.br/stable/12/linuxmint-12-gnome-cd-nocodecs-32bit.iso

CD Linux Mint 12, versão 64 bits- http://mint.c3sl.ufpr.br/stable/12/linuxmint-12-gnome-cd-nocodecs-64bit.iso


EM BREVE OUTRAS VERSÕES DISPONÍVEIS AQUI!!!!!!

Kurumin


Kurumin Linux foi uma distribuição Linux baseada no Knoppix e que mantém o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. Todavia, o Kurumin foi projetado para que fosse bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um mini-CD de 80 mm.
Inicialmente o seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu início ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no seu site, muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante. Segundo o site DistroWatch, Kurumin é a distribuição Linux mais popular no Brasil.[1]
O nome kurumin vêm da Língua tupi-guarani, onde "curumim" significa “menino”, “criança”, em uma alusão a uma distribuição Linux mais leve e simples, para iniciantes no sistema. A letra k no início da palavra é uma referência aoKnoppix. O logotipo do Kurumin é um pingüim com aspecto infantil: pequeno, simpático e mais magro do que o Tux, o pingüim que representa o Linux em si. Outras características notáveis são o cocar e suas cores, que representam aBandeira do Brasil.
O Kurumin 7 foi oficialmente descontinuado no início de 2008. Houve uma tentativa de continuidade liderada por Leandro Soares, o Kurumin NG, que terminou de maneira tumultuada.[2]

[editar]O Kurumin é uma distribuição Linux destinada a desktops (neste caso, um sistema destinado a uso geral, que você pode usar para acessar a Internet, trabalhar, assistir filmes, jogar e fazer todo tipo de tarefa.

Características

Existem muitas distribuições Linux destinadas a servidores, que é um porto seguro. Um servidor é uma máquina que fica o tempo todo ligada, sempre fazendo a mesma coisa. Existem vários tipos de servidores, como servidores web, servidores de arquivos, servidores de impressão, etc.

Quase 70% dos servidores Web do mundo usam o Apache, a maioria deles rodando Linux. O Samba é mais rápido e estável que o Windows como servidor de arquivos e impressoras e por isso continua crescendo rapidamente. Quando se fala em compartilhar a conexão com a Web, novamente o Linux é o sistema mais usado e quando pesquisamos sobre um sistema robusto para rodar um banco de dados, como o Oracle, MySQL ou Postgre SQL, novamente o Linux é o mais comentado e recomendado.
Mas, apesar de ser tão robusto, rápido e estável, o Linux ainda é pouco usado no ambiente doméstico: provavelmente você pode contar nos dedos os amigos (pelo menos os amigos fora da área técnica) que usam Linux no micro de casa.
Isso ocorre porque as qualidades necessárias para construir um bom sistema para um servidor e um bom sistema para uso doméstico são muito diferentes, é como comparar um tanque de guerra com um carro popular.
Um servidor precisa ser estável e seguro, o resto é secundário. Um sistema para uso doméstico, por outro lado, precisa ser fácil de usar, ser compatível com todo tipo de impressora, modem, scanner e outros periféricos, rodar todo tipo de programas e jogos. Lembre-se de que o Windows ganhou os desktops na época do Windows 3.11 e 95, quando não era nem estável, nem seguro.
Existem muitas distribuições Linux recomendadas para uso em servidores, como o próprio Debian, Fedora e CentOS, para citar só algumas. Entretanto, existem poucas distribuições com ênfase nos usuários domésticos. É aqui que chegamos ao Kurumin.
O Kurumin difere das outras distribuições por ser desenvolvido com foco na facilidade de uso. Ele roda diretamente a partir do CD, detectando o hardware da máquina e pode ser instalado rapidamente. Todos os scripts, ferramentas de configuração, menus, etc. são escritos diretamente em português do Brasil, ao invés de serem escritos em inglês e depois traduzidos. Isso faz com que tudo seja muito mais familiar.

[editar]Versão atual

  • Kurumin NG 8.06 que deixou de ser baseada na distro Knoppix e passou a ser feita sobre o Ubuntu.
  • 7.0R3 Final, publicada em 18 de Junho de 2007. Versão completa, final e estável release 3.
  • Kurumin light, publicada em 4 de Janeiro de 2007 (Estável).[3]

[editar]O Sistema

O objetivo do Kurumin é ser uma distribuição destinada ao uso em desktops, fácil de usar e instalar e que resolva problemas clássicos como a falta de suporte a softmodems e a multimídia. O Kurumin já inclui drivers para uma grande variedade de modems, suporte a vários formatos de vídeo, incluindo Divx e Windows Media e uma ferramenta para instalar suporte a Flash. Tudo isso é organizado de uma forma intuitiva, o tipo de distribuição que possa substituir diretamente o Windows na máquina de um usuário leigo. A lei é simplificar ao máximo o uso e configuração do sistema. Seguindo esta filosofia, o Kurumin já vem em Português do Brasil e tenta incluir apenas um programa para cada tarefa, o melhor em cada categoria.
Além de servir como forma de apresentar o Linux para novos usuários, o Kurumin pode ser usado em conjunto com uma USB-key, ou outro sistema de armazenamento portátil, permitindo que o usuário possa usar seus programas e dados em qualquer PC. O Kurumin é capaz de detectar a USB-Key durante o boot, usando os recursos herdados do Knoppix, permitindo que o usuário trabalhe normalmente mesmo usando PCs de estranhos. Para esse tipo de uso, foi criado o Kurumin Light, 181 MB, e portanto cabe em um mini-CD ou em um pen-drive de 256 MB; ao ser instalado, o Kurmin Light ocupa 500MB.
Apesar disso o Kurumin é uma das distribuições mais leves disponíveis hoje em dia. Ao dar boot através do CD o sistema consome apenas 53 MB de memória RAM (versão 2.0). Um mero 233 MMX com 64 MB é suficiente para rodar o sistema aceitavelmente (em modo texto), enquanto com um Pentium II 266 com 128 MB você já pode assistir vídeos em divx com qualidade.[carece de fontes]
Também é possível instalar o Kurumin no HD, usando o utilitário "Instalar Kurumin no HD, mantendo as configurações atuais" encontrado no iniciar (Ícone do K, encontrado na barra de tarefas). Esta é uma versão modificada do knx-hdinstall do Knoppix, a fim de que a instalação no HD se comporte de forma quase idêntica ao CD, ao contrário do Knoppix.
A instalação no HD é muito simples, já que o Hardware é automaticamente detectado durante o boot. O instalador é gráfico e a cópia dos arquivos demora em média quatro minutos num Celeron 600 com 128 MB e um CD-ROM de 40x.
A instalação no HD consome apenas 1550 MB, permitindo instalar o Kurumin até mesmo em micros antigos. Mesmo com o KDE o sistema consome apenas 44 MB de RAM durante o boot (um pouco menos que ao rodar através do CD), permitindo rodá-lo aceitavelmente mesmo em máquinas relativamente antigas.
A facilidade e rapidez de instalação está fazendo com que alguns integradores comecem a usar o Kurumin em PCs (sobretudo nos usados) no lugar do Windows 98 eWindows XP Home Edition/Windows XP Starter Edition. Isto permite reduzir o custo dos PCs, eliminando os mais de 500 reais do custo do Windows (XP Home) e mantendo a facilidade de uso.
O Kurumin é baseado no Knoppix, no Kanotix e no Debian, portanto mantém compatibilidade com os pacotes .deb que podem ser encontrados nos CDs do Debian ou em vários outros lugares. Também é possível instalar programas automaticamente pela Internet usando o apt-get. Por exemplo: para instalar o firefox, basta executar o comando:
# apt-get update (para atualizar as listas de instalação de programas do apt-get)
# apt-get install mozilla-firefox (para instalar o programa em si) O "#" significa que o comando deve ser executado como root (o usuário com privilégios administrativos, como o "administrador" do Windows)
O trabalho do desenvolvedor no Kurumin se concentra em aperfeiçoar uma plataforma que já existe (o Knoppix e o projeto Debian), melhorando os seus recursos, ao invés de reinventar a roda desenvolvendo um novo sistema de pacotes, novas ferramentas de configuração, etc. como em outras distribuições. O Kurumin quer ser uma opção ideal para quem está tendo seu primeiro contato com o Linux e também para usuários experientes que podem personalizar a distribuição.
Assim como no Knoppix você pode montar partições existentes no HD, incluindo partições NTFS (em modo somente leitura) e acessar os arquivos armazenados. Já é possível escrever em partições NTFS com o uso do NTFS-3g.

[editar]Outras funções

O Kurumin, além de poder ser usado como sistema operacional, pode ser usado como um CD de recuperação de arquivos ou de partições danificadas. Ele inclui ferramentas como o Dosfsdisk e o Fsck, que permitem analisar o sistema de arquivos do HD, e corrigir erros. Permite verificar vários sistema de arquivos, como o NTFS,FAT32EXT2EXT3Reiserfs, etc. Também permite a leitura e a escrita em partições HPFS do OS/2.
E inclui também o F-prot (anti-vírus instalável pelos ícones mágicos, até mesmo rodando do CD!), que permite verificar partições Linux e do Windows a procura de vírus ou outros arquivos potencialmente perigosos.
E além disso, o Kurumin traz junto com ele o Gparted, um particionador gráfico, em português, que permite redimensionar, criar e deletar partições Linux (ext2, ext3, reiserfs) e partições Windows (Fat32 e NTFS), e outras (XFS). Assim você pode usar o Kurumin para particionar o seu HD.

[editar]O Futuro

O Kurumin 7 foi oficialmente descontinuado em 2008, encerrando o desenvolvimento da distribuição. O resumo postado na página oficial é:
"O Kurumin é uma distribuição Linux desenvolvida pela equipe do Guia do Hardware e colaboradores, com o objetivo de ser um sistema fácil de usar, voltado especialmente para iniciantes e ex-usuários do Windows. Originalmente o Kurumin foi desenvolvido com base no Knoppix, passando em seguida a utilizar também componentes do Kanotix e outros projetos, além de ser baseado nos pacotes do Debian. Todos os componentes e scripts usados são abertos, o que possibilitou também o surgimento de versões modificadas do sistema.
Apesar de ter feito um grande sucesso e ter sido durante algum tempo uma das distribuições mais usadas no país, o projeto acabou falhando em atrair um grupo de desenvolvedores interessados em participar de forma ativa do desenvolvimento. Este e outros fatores (entre eles a justificada cobrança em torno de novos recursos e melhorias) acabaram fazendo com que o projeto fosse descontinuado em 2008.
Naturalmente, as imagens do sistema continuam disponíveis para download e ele continua sendo uma opção de distribuição leve para micros antigos, mas o uso em máquinas novas não é recomendado, já que por ser baseado em uma versão antigas do núcleo ele não será capaz de detectar alguns dos componentes. Está disponível também o livro Kurumin 7, guia prático para leitura na íntegra, que serve como um guia para o uso do Kurumin e também de outras distribuições.
Entre março de 2008 e janeiro de 2009 foi feita uma desastrada tentativa de continuação por parte do Leandro Soares, que acabou ridicularizando (http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-01/49821F24.html) o nome do projeto. Devido a isso, novas propostas de continuidade passaram a ser polidamente rejeitadas. Com o encerramento do projeto, recomenda-se o uso de distribuições bem estabelecidas, como o Ubuntu, o Kubuntu e o Mandriva, além do próprio Debian estável, que pode ser usado de maneira bastante eficiente em desktops, depois de configurado.".

Outras distribuições brasileiras baseadas no Kurumin

  • Big Linux
  • Kalango Linux.
  • Kake Linux (Distribuição voltada a praticidade, segurança e suporte a hardware).
  • Dizinha Linux (Distribuição otimizada para computadores mais lentos).
  • Poseidon Linux (Distribuição otimizada para uso científico.)
  • Kurumin Games (Distribuição voltada para jogos de linux).
  • MPUnix (Distribuição voltada para uso no MPU - Ministério Público da União).
  • Tatui linux (Distro da prefeitura de Rio das Ostras, "atualmente mantida por um grupo de fãs")
  • Mothux Linux (Distribuição voltada para a facilidade de uso)
  • Famelix
  • Kurumin-Edukando (Distribuição voltada às necessidades e especificidades do desenvolvimento de projetos educativos)

Debian


Debian é simultaneamente o nome de uma distribuição não comercial livre (gratuita e de código fonte aberto) deGNU/Linux (amplamente utilizada) e de um grupo de voluntários que o mantêm à volta do mundo. Uma vez que o Debian se baseia fortemente no projecto GNU, é usualmente chamado Debian GNU/Linux. O Debian é especialmente conhecido pelo seu sistema de gestão de pacotes, chamado APT, que permite: atualizações relativamente fáceis a partir de versões realmente antigas; instalações quase sem esforço de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos. Atualmente o Debian Stable se encontra na versão 6.0, codinome "Squeeze". O Debian Stable procura sempre manter os pacotes mais estáveis, assim, ele mantém o Gnome 2.30 e o KDE 4.4 por padrão. O grande fato dele conter pacotes mais antigos, garantindo a estabilidade, é o grande foco para servidores.
O projecto Debian é mantido por doações através da organização sem fins lucrativos Software in the Public Interest (SPI).
O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua ex-mulher, Debra. A palavra "Debian" é pronunciada em Português como Débian.
Várias distribuições comerciais baseiam-se (ou basearam-se) no Debian, incluindo: Linspire (antigo Lindows), Xandros,KnoppixKuruminBrDesktop e Ubuntu.
Está atualmente a decorrer trabalho para portar o Debian para outros núcleos livres para além do Linux, incluindo o Hurd e o BSD. Para já, no entanto, ainda é muito mais preciso descrever o Debian como uma "Distribuição Linux", sem mais qualificações.

[editar]História

O Debian foi fundado em 1993 por Ian Murdock, ao tempo estudante universitário, que escreveu o Manifesto Debian que apelava à criação de uma distribuição Linux a ser mantida de uma maneira aberta, segundo o espírito do Linux e do GNU.
O Projeto Debian cresceu vagarosamente e lançou suas versões 0.9x em 1994 e 1995, quando dpkg ganhou notoriedade. Os primeiros ports para outras arquiteturas iniciaram em 1995, e a primeira versão 1.x do Debian aconteceu em 1996.
Bruce Perens substituiu Ian Murdock como líder do projeto. Ele iniciou a criação de vários documentos importantes (ocontrato social e o free software guidelines) e a legítima umbrella organization (SPI), bem como liderou o projeto através dos lançamentos das versões da ELF/libc5 (1.1, 1.2, 1.3).
Bruce Perens deixou o projeto em 1998 antes do lançamento da primeira versão Debian baseada em glibc, a 2.0. O Projeto continuou elegendo novos líderes e fazendo mais duas versões 2.x, cada qual incluindo mais ports e mais pacotesAPTfoi lançada durante este tempo e o Debian GNU/Hurd também iniciou-se.
O ano de 1999 trouxe as primeiras distribuições GNU/Linux baseadas em Debian, Corel Linux e Stormix's Storm Linux, hoje descontinuadas mas que iniciaram o que é hoje uma notável tendência às distribuições baseadas em Debian.
Perto do ano 2000, o projeto se direcionou ao uso de repositórios de pacotes e à distribuição "testing", alcançando um marco maior no que se refere aos arquivos e o gerenciamento de lançamentos. Em 2001, os desenvolvedores iniciaram conferências anuais, Debconf, com conversas, workshops, e a recepção aos usuários técnicos. A versão 3.0 de 2002incluiu mais do que o dobro do número de pacotes da versão anterior e estava disponível para cinco novas arquiteturas.
Debian celebrou o seu décimo aniversário em 16 de Agosto de 2003, com muitas festas de aniversário em todo o mundo.
Veja A Brief History of Debian para maiores detalhes.

[editar]Versões do Debian

O ciclo de desenvolvimento das versões do Debian passa por três fases:
  • "Unstable" - instável
  • "Testing" - teste
  • "Stable" - estável
Quando as versões estão na fase "testing" elas são identificadas por codinomes tirados dos personagens do filme Toy Story. Ao se tornarem "stable" as versões recebem um número de versão (ex: 5.0).
Versões, codinomes e datas em que se tornaram "stable":
A Versão "testing" atual é a "Wheezy" (7.0)[2].
A versão "unstable" terá sempre o nome Sid (também um personagem do filme Toy Story).

[editar]Organização do Projecto

O projecto Debian é uma organização voluntária com três documentos de fundação:
  • O contrato social Debian que define um conjunto de princípios básicos, a partir dos quais os membros devem basear as suas actuações;
  • As linhas mestras do software livre Debian, que clarificam o que se quer dizer com o termo "free software", largamente referido no contracto social;
  • A constituição Debian, que descreve a estrutura organizacional para tomadas de decisão formais dentro do projecto, e enumera os poderes e responsabilidades do Debian Project Leader, o Debian Project Secretary e os programadores Debian em geral.
Os programadores Debian elegem um líder para o projeto entre os seus rankings todos os anos. O líder do projeto Debian tem vários poderes especiais, mas o seu poder não é absoluto. Ele pode ser contactado e a sua decisão revertida, pelo voto dos programadores de acordo com o processo de General Resolution. Na prática, isto ocorre com alguma freqüência. (Normalmente apenas a eleição do líder do projeto Debian ocorre no âmbito do General Resolution, mas já ocorreu várias vezes.)
O líder do projeto Debian é empossado para delegar a sua autoridade, e a vários programadores são confiadas responsabilidades especiais delegadas pelo líder, como por exemplo a equipa Debian System Administration (que possui a password do root das máquinas do projecto), e o Release Manager, que decide os objectivos da release de distribuição, supervisiona o processo e toma a decisão final de quanto libertar uma release. Muitos dos delegados mantêm-se nas suas posições durante vários mandatos dos diferentes líderes; as posições mais importantes são mantidas por membros de grande confiança e há muito tempo activos no projecto, e existem muito poucas mudanças mesmo quando muda o líder do projeto.
Uma lista das posições mais importantes no Projecto Debian está disponível em the Debian organization webpage. Muitos, mas não todas estas posições são delegadas pelo líder do projeto.

[editar]Líderes do Projeto

[editar]Recrutamento de Programadores, Motivação e Demissão

O projecto Debian tem um fluxo constante de pessoas que desejam ser Programadores. Estas pessoas devem passar por um processo onde é estabelecida a sua identidade, motivação, conhecimento dos objectivos do projecto (definido no Contrato Social), e competência técnica. Estão disponíveis mais informações sobre o processo do "New Mantainer" em A página do New Mantainer do Debian.
Os Programadores Debian juntam-se ao projecto pelas mais variadas razões. No passado foram citadas várias razões, que incluem:
  • o desejo de retribuir à comunidade de Software Livre (praticamente todos são utilizadores de software livre);
  • o desejo de ver algumas tarefas de software realizadas (alguns vêem a comunidade dos utilizadores Debian como um sítio de valor para testar e provar a validade de novo software);
  • um desejo de fazer, ou manter o Software Livre competitivo em relação a alternativas proprietárias;
  • o desejo de trabalhar mais perto de pessoas que partilham as mesmas atitudes, interesses e objectivos (o sentido de partilha das pessoas da comunidade do projecto Debian normalmente não é experimentado por elas nos seus empregos pagos);
  • o simples prazer do processo iterativo de desenvolvimento e manutenção de software (alguns programadores têm um nível de dedicação e refinamento do software quase obsessivo).
Os Programadores Debian podem demitir-se das suas posições em qualquer altura, enviando a sua intenção à lista privada do projecto (ou apenas aos Debian System Administrators, se quiserem ser mais discretos). As suas contas serão então apagadas e as suas chaves criptográficas removidas do Project keyring (que permite o upload de pacotes assinados por eles, para que sejam aceitos no arquivo).

[editar]Ciclo de vida dos pacotes Debian

Cada pacote Debian tem um mantenedor (tipicamente, apenas um, mas ocasionalmente pequenas equipes de programadores supervisionam peças de software particularmente complexas). É da responsabilidade dos mantenedores manter o ritmo de acordo com as (caso existam) versões definidas pelos autores do software (a que se chama "upstream"), garantir a portabilidade do pacote com as arquitecturas que o Debian suporta, garantir que o pacote é compatível com a política técnica do Debian, corrigir defeitos no pacote reportados pelos seus utilizadores (que também podem ser outros programadores Debian), e melhorias aos pacotes efectuados pelos seus autores que o farão mais fácil de utilizar, mais configurável, mais seguro e por aí fora.
Periodicamente, um mantenedor de pacotes faz uma release de um pacote fazendo o upload para o directório "incoming" do arquivo de pacotes do Debian (ou usando uma "upload queue" que periodicamente transmite em batch os pacotes para o directório incoming). Após um intervalo (um dia actualmente), o directório incoming é verificado por um processo automático que garante que o upload está bem formado (todos os ficheiros obrigatórios estão no sitio) e que o pacote tem a assinatura digital—produzida por software compatível com o OpenPGP-- do programador Debian. Todos os programadores Debian têm chaves públicas. Os pacotes são assinados devido a duas razões: 1) para permitir verificar se pacotes não assinados, que podem ter sido enviados hostilmente, não serão processados no futuro; e 2) para permitir a contabilização no caso de um pacote conter um defeito sério, uma violação de política ou código malicioso.
Se o novo pacote é validado como: correctamente, assinado e bem formado, é instalado no arquivo, para uma área chamada "pool". Inicialmente, todos os uploads de pacotes aceitos no arquivo são apenas disponibilizados na versão "unstable", que contem a versão mais recente de cada pacote. No entanto, o novo código é também código não experimentado, por isso os pacotes são mantidos nesta área de desenvolvimento/QA durante vários dias (a duração exacta depende da urgência do upload).
Para um pacote passar da área de desenvolvimento/QA para a versão "testing" -- ou seja, o grupo de pacotes que são candidatos a fazer parte da próxima release da distribuição Debian—tem de cumprir vários critérios:
  • tem de ter estado na área QA durante uma duração apropriada de tempo;
  • não pode ter nenhum bug "release-critical" a ele associado (bugs tão sérios que fazem com que não possam ser libertados);
  • tem de ser compilado para todas as arquitecturas planeadas para a release (noutras palavras, pacotes para arquitecturas não libertadas existem apenas na versão de desenvolvimento/QA, não na versão release-candidate);
  • não pode depender de versões de nenhum pacote que não cumpra as condições anteriormente definidas
Desta forma, como é de esperar, um bug release-critical num pacote de que vários pacotes dependam, como por exemplo uma shared library, pode impedir muitos pacotes de entrarem na área de testes, porque essa biblioteca é considerada deficiente.
Periodicamente, o Release Manager, que é um delegado do Debian Project Leader, em concordância com as linhas mestras anunciadas aos programadores alguns meses antes, decide fazer uma release. Isto ocorre quando todo o software importante está razoávelmente up-to-date na versão "release-candidate" para todas as arquitecturas para as quais está planejada a release e quando todos os outros objectivos definidos pelo Release Manager foram atingidos. Nesta altura, todos os pacotes na "release-candidate" passam a fazer parte da "release".
Não é possível a um pacote—particularmente a um antigo, estável e alterado frequentemente—pertencer a mais do que uma versão ao mesmo tempo. As versões são apenas colecções de apontadores para a "pool" de pacotes acima mencionada.

[editar]Distribuições baseadas no Debian